Li o trecho abaixo ontem, no livro Praticamente Inofensivo, do Douglas Adams, e me lembrei dele agora, ao ler o post Como Nossos Pais, da @subversiva.

Vivemos em tempos estranhos.

Também vivemos em lugares estranhos: cada um em seu próprio universo.

As pessoas com as quais populamos nosso universo são sombras de outros universos inteiros que cruzam com o nosso. Ser capaz de vislumbrar essa complexidade desconcertante de recursividade infinita e dizer coisas como “E aí, Ed! Belo bronzeado, hein? Como vai a Carol?” requer uma imensa habilidade seletiva que todas as entidades têm de desenvolver uma capacidade para se proteger da contemplação do caos que atravessam aos trancos e barrancos. Então não encha o saco do seu filho, tá?’

(Trecho do livro Como ser pai em um universo fractalmente louco.)

anderson

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