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Diga-me teu signo e te direi quem és

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Sheldon, personagem da série The Big Bang Theory, resume completa e definitivamente a astrologia.

Profissão perigo: o repórter do Fantástico

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Em tempos em que a molecada da Internet adora exaltar a contribuição civil do quadro Proteste Já, do humorístico CQC, da Band, que tem sim seu valor, é preciso dar também o devido valor às recentes reportagens investigativas do Fantástico, da Globo. Ainda que o programa dominical seja comumente criticado pela mesma molecada.

Há cerca de um ano, vendo que estava perdendo em audiência pra a Record, a Globo decidiu investir em reportagens investigativas no Fantástico. César Tralli, Marcos Uchôa, Valmir Salaro, Jonas Campo, entre outros, já apareceram em situações que devem dar medo e orgulho a qualquer jornalista. Mas tem um cara que eu admiro em especial.

Maurício Ferraz já mostrou no programa major da PM dono de cassino, a vida boa de traficante do interior, o consumo de drogas nas raves com Parque de Diversões, contrabando de armas vindas da Bolívia, enchentes, lixos nas ruas, entre outras coisas. O trabalho do cara é muito foda! Muito ousado! E a postura dele diante de alguns bandidos flagrados nos dá até certo gostinho de vingança.

No último domingo, ele mostrou a farra dos presos de regime “semiaberto”, que saem para trabalhar, mas vão a praia, praticam crimes, e etc. Em dado momento, o repórter interpelou um deles e foi direto. Veja o diálogo:

Repórter: A gente está fazendo uma reportagem sobre o semiaberto dos presos que não trabalham, entre eles, você. Você não trabalha.
Tamiro: Eu não trabalho?
Repórter: A gente foi no seu emprego. Faz um ano que você não aparece lá.
Tamiro: Eu não. Acho que você está enganado.
Repórter: A gente mostrou. Você não trabalha.
Tamiro: Não. Acho que você está enganado.
Repórter: O que você faz então?
Tamiro: Acho que você está enganado.

E a reportagem teve consequência imediata (talvez só de faz-de-conta pra mídia, mas teve). Já na segunda, os presos mostrados na reportagem perderam o direito a regime semiaberto.

Se você não assistiu o Fantástico porque estava vendo a reportagem da Record sobre a vida do Silvio Santos, assista agora mais esse ótimo trabalho do Maurício Ferraz.

Caso contrário, veja aqui a reportagem do Domingo Espetacular sobre a vida do Senor Abravanel. É extensa, é da Record, mas vale a pena! Silvio é mito!

Milena Toscano, a Manuela de Araguaia

Rapid'Elas

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Atenção! Post machista pro blog bombar no Google
  • Sacanagem essas fotos que fizeram da Gisele Bündchen trocando de roupa! Falta de respeito à privacidade alheia! (Mas se alguém tiver as versões sem tarjas, favor enviar).
  • E por falar em mulher bonita seminua, ontem perdi metade do capítulo de As Cariocas, com a Grazi Massafera, de novo por culpa do Casseta & Planeta. Sempre mudo de canal e esqueço de voltar (ainda bem que essa porcaria está fora da grade de 2011)… Mas, no pouco que vi, achei a história bem fraquinha, apesar da Grazi… Semana que vem é com a Alessandra Negrini. Mas nenhuma superará a Paola Oliveira
  • Se bem que o lugar cativo da Paola está seriamente ameaçado pela Milena Toscano. Não sei se é pela personagem, ou por, pela primeira vez, a novela das seis estar sendo transmitida em HDTV, mas aqueles olhos claros e o cabelo cor de mel sobre o cenário de Araguaia estão ofuscando até a Cléo Pires!

Milena Toscano, a Manuela de Araguaia

clandestinos

Séries Globais: um pouco de cultura no plim-plim

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A Globo estreiou, recentemente, pelo menos três novas séries que considero, no mínimo, interessantes. Bons textos, boas sacadas, às vezes bem montados… Só não me parecem preencherem o perfil do gosto popular – o que deve fazer com que durem pouco tempo, como normalmente ocorre mesmo.

As Cariocas

Inspirada na obra homônima de Sérgio Porto, a série narra uma personagem por episódio, traçando algum perfil feminino típico (ou não) de algum bairro carioca. Deve ser mais interessante pra que mora no Rio, e conhece cada um desses “tipos”, mas é legal… Serão dez no total. Já foram quatro. E nem preciso dizer que o melhor foi o protagonizado pela Paola Oliveira, né?

O problema da série é que ela vem, na programação, na sequência de Casseta & Planeta, que é simplesmente impossível de assistir! Normalmente durante o “humorístico” (alguém realmente ri com aquilo?) eu mudo pra Band, pra acompanhar A Liga, e às vezes me esqueço de voltar, ou volto com o episódio pela metade já.

Vou aproveitar e confessar uma coisa nada a ver: embora eu considere o povo carioca muito mais interessante, por exemplo, que os paulistas – mais cultos, em média, com papo mais interessante e cabeça mais aberta e menos preconceituosa – eu não vejo na figura da mulher carioca, enquanto mulher, é claro, nada muito diferente em relação a outras não. Claro, há belas e interessantíssimas, mas se for para me basear em perfis estereotipados, eu diria que pernambucanas, mineiras e goianas “fazem mais meu tipo”… Claro, sem contar as paulistas, pra evitar confusão… hehe.

Clandestinos

A origem de Clandestinos é exatamente o que é mostrado na série: uma seleção de atores. A partir daí foi criada a peça teatral, em cartaz desde 2008. Infelizmente nunca tive a oportunidade de ver no teatro, mas gostei da adaptação pras telinhas. Boas histórias, bons e novos rostos… Enfim, um pouco de novidade na TV! Pena que no Brasil essas não sejam qualidades desejadas pelo grande público.

Afinal, o que querem as mulheres?

Luiz Fernando Carvalho, diretor da microsérie, é o mesmo de Capitu (que aliás, adoro). E mais uma vez ele escolheu para fazer o protagonista o Michel Melamed. E não poderia ser outro mesmo! Melamed, de quem admiro o trabalho desde o Regurgitofagia, tem o perfil perfeito para esse tipo de papel, especialmente nas montagens do Luiz Fernando Carvalho, onde as introspecções do personagem são fundamentais. Na série, ele vive o escritor André Newman, cuja tese pretende responder à pergunta que dá nome à história. Sua paixão? Lívia, vivida por Paola Oliveira. Tem como não se identificar?

O resto do elenco é muito bom também. As mulheres, lindas! Além da Paola, terá Letícia Sabatella, Maria Fernanda Cândido, Letícia Spiller, entre outras. O único porém é que no primeiro episódio achei que em alguns momentos a narrativa “perdeu o ritmo”. Cenas que, claro, são importantes para traçar o perfil dos personagens, mas que quebram aquele dinamismo típico do diretor.

Mas vale conferir.

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