Meu texto preferido dos vigésimos terceiros dias de setembro, por razões óbvias, desde 2004, quando o publiquei no Mondo Redondo.

A julgar por tua beleza natural,
pela fragrância que emites silenciosa,
pelo néctar que ofereces ao admirador,
ou pelas cores que de ti a mim refletem,
poderia afirmar que és a mais bela flor,
fruto da Primavera, que com ela nasceste,
e a ela concedeste mais beleza e vida.

Mas revelou-me um sonho primaveral,
por um arcanjo de feição formosa,
que era invertida a intenção do Criador.
“Pela autoridade que a mim competem,
e pela afeição que demonstraste a teu amor,
conto-te que cada Primavera floresceu
em celebração ao nascer de tua querida”.

Primavera

anderson

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